IOMMA 2021 será de 6 a 9 de dezembro

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Albino Mbie é um dos moçambicanos que vai participar do festival.

Com o apoio da União Europeia e da Região da Reunião, de 6 a 9 de dezembro de 2021, o Mercado Musical do Oceano Índico (IOMMa) reunirá 23 bandas e músicos do Oceano Índico para além de profissionais da música de todo o mundo.

O objetivo desses encontros é apoiar artistas da área do Oceano Índico em sua exportação internacional, criar pontes entre os profissionais da música e provocar discussões em torno de fortes temas da actualidade.

Os 23 grupos do Oceano Índico selecionados por um júri independente são convidados a Ilha Reunião para se apresentarem perante profissionais e o público em geral.

“Já podemos contar com a participação de Gwendoline Absalon, Gargar, Albino Mbie, Pangar, TRKZ, Trans Kabar ou Yugen Blakrok”, lê-se na nota de imprensa o “Mbenga” recebeu do IOMMA.

Entre os estilos musicais apresentados, promete a produção, os profissionais poderão descobrir o maloya elétrico, o jazz pop afro, o world fusion e o hip-hop de países tão diversos como, entre outros, Reunião, Quénia, Moçambique, Madagáscar ou Austrália. Este ano, 10 países do Oceano Índico estão em destaque.

A IOMMa convida delegações compostas por programadores (locais, festivais, mercados, etc.), tourers, representantes de gravadoras e organizações parceiras e institucionais (CNM, SACEM, Les Alliances Française, CRAAM, etc.). São quase 400 especialistas de cerca de 30 países da Europa, África, Austrália, Ásia e Américas.

Este ano, conforme a nota que estamos a citar, estão previstos mais de 300 encontros entre profissionais e artistas em forma de conferências, workshops ou encontros personalizados. Trata-se de “uma oportunidade real para os artistas do Oceano Índico terem um feedback razoável de seus colegas e personalidades inspiradoras”.

O IOMMa é também uma oportunidade para jornalistas e delegações (re) descobrir a Ilha Reunião, um território único com uma população multicultural e sítios marcantes listados como Patrimônio Mundial pela Unesco; bem como as especificidades dos países vizinhos durante as conferências temáticas.

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