Titos nos leva a um Estado Capturado

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“A Captura do Estado” é o título da quarta exposição individual do artista plástico moçambicano Titos Pelembe. A mostra está aberta a partir de hoje na Galeria da Associação Kulungwana, Estação Central dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), em Maputo.

Através de esculturas este conjunto de obras faz o retrato crítico dos dilemas e vivências das sociedades contemporâneas.

Sob curadoria do pintor, professor de arte e, também, artista plástico, Jorge Dias, “A Captura do Estado”, de Pelembe sugere reflexões sobre a condição sociopolítica das sociedades actuais, tendo as fragilidades dos sistemas de governação como ponto de partida.

Tendo em perpectiva a situação de pobreza e de falta de serviços básicos, a corrupção institucionalizada no aparelho do Estado, como aliás ilustra o julgamento das “Dividas Ocultas”, uma das interpretações possíveis desta exposição é a de um Estado capturado, estático e, por via disso, incapaz cumprir com os seus deveres.

Titos Pelembe é protagonista de uma carreira coroada com mais de 20 premiações, no país e no estrangeiro, percurso no qual sempre se focou em causas sociais. Este artista moçambicano se dedica profissionalmente às artes visuais desde 2004.

Fotografia de Júlio Marcos

Em Maputo licenciou-se no curso de Artes Visuais pelo Instituto Superior de Artes e Cultura – ISArC (2010-2013).  E graduou-se nos cursos médios de Formação Pedagógica e Cerâmica pela Escola Nacional de Artes Visuais (2003 – 2009). É membro da Kulungwana e do Núcleo de Arte onde desepenhou funções de vice-presidente entre 2016 a 2018.

Actualmente desenvolve a sua prática artística entre Moçambique e Portugal desde 2016. Onde tem explorado as dinâmicas artísticas das cidades de Maputo, Lisboa e Porto no âmbito da sua formação académica, bem como no desempenho do exercício profissional.

Em Portugal é doutorando em Educação Artística (edição 2020 – 23), e mestrado em Arte e Design para o Espaço Público (2018-2020), pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

 Igualmente é membro colaborador e investigador do projeto IDENTIDADES Colectivo de Acção/Investigação (ID_CAI).  Tem suas obras expostas em Portugal, Holanda, Estados Unidos, Suécia e Noruega, tendo sido várias vezes premiado em Moçambique.

Através de suas esculturas, faz o retrato crítico dos dilemas e vivências das sociedades contemporâneas.

Em “A Captura do Estado”, Pelembe pensa a respeito da  condição sociopolítica das sociedades actuais, tendo as fragilidades dos sistemas de governação como ponto de partida. Olha para o Estado como um elemento capturado, estático e, por via disso, aprisionado e incapaz cumprir  com os  seus deveres.

A exposição está sob curadoria do pintor e, também, artista plástico, Jorge Dias.

Titos Pelembe é um artista moçambicano que se dedica profissionalmente às artes visuais desde 2004. Em Maputo licenciou-se no curso de Artes Visuais pelo Instituto Superior de Artes e Cultura – ISArC (2010-2013).  E graduou-se nos cursos médios de Formação Pedagógica e Cerâmica pela Escola Nacional de Artes Visuais (2003 – 2009).

É membro da Kulungwana e do Núcleo de Arte onde desepenhou funções de vice-presidente entre 2016 a 2018.

Atualmente desenvolve a sua prática artística entre Moçambique e Portugal desde 2016. Onde tem explorado as dinâmicas artísticas das cidades de Maputo, Lisboa e Porto no âmbito da sua formação académica, bem como no desempenho do exercício profissional.

Em Portugal é doutorando em Educação Artística (edição 2020 – 23), e mestrado em Arte e Design para o Espaço Público (2018-2020), pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

 Igualmente é membro colaborador e investigador do projeto IDENTIDADES Colectivo de Acção/Investigação (ID_CAI).  Tem suas obras expostas em Portugal, Holanda, Estados Unidos, Suécia e Noruega, tendo sido várias vezes premiado em Moçambique.

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