Assa Matusse prepara segundo álbum na França

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Assa Matusse no concerto de Outubro de 2019, no Centro Cultural Franco-Moçambicano.

Um ano depois de ter realizado uma cirurgia as cordas vocais, Assa Matusse regressa aos palcos e prepara o segundo álbum, em Paris, na Franca.

Enquanto meio mundo era devastado pela pandemia, Assa Matusse enfrentou um outro problema, a mudança progressiva do seu tom de voz. Depois dos cuidados clínicos, a artista decidiu explorar a musicalidade do mundo e abraçou diversas iniciativas de intercâmbios culturais na Europa.

“Passei por um período de frustração, mas graças aos conselhos da Ministra da Cultura e Turismo Edelvina Materrula e ao apoio de parceiros como FUNDAC, o Centro Cultural Franco Moçambicano (CCFM), entre outros, decidi abraçar um projecto de residências artísticas e viajar pelo mundo, “cantarolando” explicou Assa Matusse.

A ousadia da jovem artista que se estreou em Moçambique no reality show infantil – Tribo Júnior, já esta a surtir efeitos, “estou a trabalhar com os músicos e produtores internacionais com quem nunca pensei que iria trabalhar, estou a dar continuidade a produção do o álbum, tenho cantado em diversos lugares em Paris e fui convidada para tocar na gala da UNESCO, em representação de Moçambique.

“Menina do bairro” como e carinhosamente tratada no se pais, Assa, soma e segue inspirada pelas vivencias das mulheres de Mavalane, um dos subúrbios de Maputo onde nasceu e reside.

Satisfeita com rumo da sua carreira, a artista seguira em intercâmbio para outros países da Europa, tal como Noruega, Espanha e, especialmente em Portugal onde a artista gostaria muito de actuar.

“É desafiador estar em Paris, não é fácil ser reconhecida fora da nossa zona de conforto, mas não é impossível. Sou lusófona e sinto-me privilegiada por poder partilhar experiências e os palcos com artistas francófonos”, detalhou.

Assa Matusse é uma cantora e compositora moçambicana e dona de uma voz, inconfundível Nasceu a 12 de Junho de 1994 em Maputo. Foi influenciada por músicos moçambicanos e africanos em geral. Vencedora do premio Ngoma 2013, em 2015 foi convidada a fazer um intercâmbio cultural e estudar na Noruega, em 2016 venceu a competição internacional “THE VOICE OF PENGEA” realizada em Madrid.

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