Festival Mafalala cria orquestra percussiva

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Museu Mafalala

 

Criar uma orquestra percussiva com base em materiais reciclados é uma das metas da “Oficina de Percussão Brasileira”, que marcou o arranque da 13.ª edição do Festival Mafalala ontem, no Museu Mafalala.

Dinamizada por Felipe França, a oficina trouxe ao público o Batá Kossó, um ensinamento sobre maracatu e samba para músicos moçambicanos. A Actividade contou com a participação do grupo local Ngalanga Machaka.

O método criado por Felipe promete revolucionar a forma de ensinar música através da repercussão. 

No primeiro dia da oficina, cada participante teve a oportunidade de pegar um instrumento e aprender a tocar.  O ritmo aprendido na quarta-feira foi o samba Partido alto, surgido no início do século XX dentro do processo de modernização do samba urbano do Rio de Janeiro, Brasil.

Escute o depoimento de Filipe Franca, no primeiro dia do evento

Hoje é o dia do encerramento da oficina e a partir das 16 horas, arranca o seminário subordinado ao tema “Migrações, Diáspora e Memória: Arte por mais Cidadania”.

Confira aqui o programa detalhado do seminário: 

O Festival Mafalala este ano celebra o centenário do poeta-mor  e herói nacional José Craveirinha. O evento cultural multidisciplinar acontece anualmente e propõe no seu calendário uma programação diversificada com seminários, “workshops,” concertos e exposições.

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