Banda Sitila de volta ao palcos no 16 Neto

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DEPOIS de vários anos longe dos palcos, a Banda Silita regressa no dia 12 do próximo mês para realizar um concerto ao vivo no 16 NETO, às 18:30 horas, trazendo um repertório que mescla os dois trabalhos discográficos que já produziu.

Actualmente composta por por Simão Nhacule na timbila, percussão e voz, Linda Jamisse (Xizimba) na voz principal e percussão fina e Amos Lamussene na timbila, percussão e voz, o conjunto promete resgatar a memória de outros tempos em que era mais frequente em exibições.

Banda Silita é um grupo de música tradicional que foi formado em dezembro de 1998. Como ponto de partida, o grupo iniciou suas actividades numa das salas da Casa de Cultura do Alto Maé, em Maputo, onde ensaiava com recurso a instrumentos tradicionais com uma sonoridade muito peculiar que se evidenciou na forma de tocar a timbila.

Contrariando o habitual, que tende a associar o instrumento dos Chopes a ritmos dançantes, este grupo fê-lo ganhar um ritmo mais calmo, suave e particular podendo se sentar para ouvir tal como acontece com o Jazz.

No início os integrantes da BANDA SILITA foram o Simão Adriano Nhacule timbileiro, percussionista, compositor e Cantor, o percussionista Laurindo Cuna e a bailarina Tânia Jacobe na voz, composição e percussão fina.

ZIVA TAKO, disco de estreia da banda, é composta por 10 composições interpretadas na língua chichopi e chichangana. O álbum é uma viagem pelo quotidiano moçambicano onde as desigualdades e o ódio dominam o repertório.

Em 2015 o conjunto gravou o seu segundo álbum intitulado “N’TUMBUNUKU WATHU”, que integra 11 composições, patrocinado pelo extinto Fundo para o Desenvolvimento Artístico e Cultural (FUNDAC). Em termos de perspectivas a banda SILITA espera continuar a contribuir para a valorização da música tradicional moçambicana nos mais diversos espaços.

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