TP50 revisita história da música moçambicana pós-independência

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A MÚSICA moçambicana feita depois da proclamação da independência nacional será celebrada no espectáculo “Os tocadores de agora: Outro tributo à música moçambicana”, a ter lugar dia 8 no Centro Cultural Franco-Moçambicano.

A proposta foi concebida pelo agrupamento TP50, no quadro de um projecto iniciado ano passado por esta banda, visando perpetuar o legado deixado por outras gerações e preservar memórias de capítulos incontornáveis da história recente da nossa música.

Com efeito, os TP50 iniciaram esta acção realizando o espectáculo “No tempo dos tocadores”, através do qual transportaram o auditório para o que foi produzido do início do século XX até à independência nacional.

Em comunicado enviado ao “Notícias”, os organizadores do “show” referem que, neste desfolhar da história da música nacional, TP50 promete usar teatro, dança, poesia, vídeo e fotografia e uma plêiade de 35 artistas, num roteiro que aborda as temáticas que a música moçambicana retrata.

“Com este concerto o TP50 pretende mostrar não apenas a riqueza artística da música moçambicana, mas sobretudo o elevado impacto da arte nacional nos mais diversificados domínios sociais e históricos”, lê-se na nota de imprensa.

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É licenciado em Jornalismo, pela ESJ. Tem interesse de pesquisa no campo das artes, identidade e cultura, tendo já publicado no país e em Portugal os artigos “Ingredientes do cocktail de uma revolução estética” e “José Craveirinha e o Renascimento Negro de Harlem”. É membro da plataforma Mbenga Artes e Reflexões, desde 2014, foi jornalista na página cultural do Jornal Notícias (2016-2020) e um dos apresentadores do programa Conversas ao Meio Dia, docente de Jornalismo. Durante a formação foi monitor do Msc Isaías Fuel nas cadeiras de Jornalismo Especializado e Teorias da Comunicação. Na adolescência fez rádio, tendo sido apresentador do programa Mundo Sem Segredos, no Emissor Provincial da Rádio Moçambique de Inhambane. Fez um estágio na secção de cultura da RTP em Lisboa sob coordenação de Teresa Nicolau. Além de matérias jornalísticas, tem assinado crónicas, crítica literária, alguma dispersa de cinema e música. Escreve contos. E actualmente, é Gestor de Comunicação da Fundação Fernando Leite Couto.

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