Seminário reflecte antigas salas de cinema

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Arranca hoje no Centro Cultural Franco-moçambicano (CCFM) o 4.ª seminário anual do projecto Museu do Cinema, sob o tema geral “Antigas salas de cinema de Maputo”Para o dia de hoje, está prevista uma mesa redonda, moderadas pelo arquitecto Luís Lage. São oradores da mesma o arquitecto José Forjaz, o cineasta Sol de Carvalho e o docente Amílcar Mascarenhas, que vão reflectir sobre “As antigas salas de cinema de Maputo – património e presente”.

São oradores da mesma o arquitecto José Forjaz, o cineasta Sol de Carvalho e o docente Amílcar Mascarenhas, que vão reflectir sobre “As antigas salas de cinema de Maputo – património e presente”.

Amanhã, 27 de Agosto, é dedicado a apresentação de artigos e trabalhos científicos e projectos. São convidados os jovens cineastas Fábio Ribeiro, Wilford Machili e Ivandro Maochas. Os três, no painel subordinado ao tema “Novos modelos de exibição – pensar tecnologias e sustentabilidade”, vão mostrar os projectos que desenvolvem.No último dia, quarta-feira, 28 de Agosto, o seminário culmina com o lançamento do livro “CineGrafias Moçambicanas”, apresentado pelo cineasta João Ribeiro e distribuído pela Kapicua.

Ainda neste dia os presentes poderão acompanhar as apresentações da jovem historiadora Vanessa Massitela  e da  pesquisadora portuguesa, Inês Dias.Falando em representação da Associação Amigos do Museu de Cinema, Diana Manhiça, detalha que a primeira mesa redonda é mais focada ao passado e presente, enquanto que a segunda olha para os dias actuais e lança pespectivas a serem seguidas.“São duas gerações, cada uma delas reflecte de uma forma diferente como é mostrar cinema. Na primeira temos três personalidades, que têm histórias e memórias relevantes a partilhar em relação ao passado e ao que é feito deles actualmente das salas de cinema”, disse.São eles, Sol de Carvalho, que é proprietário de duas salas de cinema, o Cine Scala, na cidade de Maputo, e o cine Tufo, em Inhambane; Amílcar Mascarenhas, que era do Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema e actualmente é docente do curso de Cinema no Instituto Superior de Artes e Cultura e por fim o Arquitecto Forjaz, que para além readaptou o edifício do antigo Instituto Nacional de Cinema, actual Instituto das Industrias Culturais e Criativas (INIC), e também adaptou o cinema São Miguel em Assembleia da República. 

A segunda geração, explica Diana Manhiça, que estará na segunda mesa redonda, é composta por jovens a exercer acticvidades de projeção de filmes, fora das salas convencionais. “Por exemplo, Ivandro Maochas, exibe nas plataforma on-line, Wildford Machil exibição filme nos bairros, e Fabio Ribeiro tem um projecto inovador, que será lançado em breve. 

Iniciado em 2016, como uma associação de profissionais de cinema, história, educação, design e património, a AAMC desenvolve o projecto Museu do Cinema, que tem vindo a apresentar os resultados do trabalho com regularidade.Este ano, mais três colaborações se iniciaram: com a Associação Scala, com a Faculdade de Arquitectura e Planeamento Físico da Universidade Eduardo Mondlane e Centro Inter-disciplinar de História, Cultura e Sociedade da Universidade de Évora (CIDEHUS).

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